Regulação emocional
Emoções intensas, dificuldade para se reorganizar ou compreender o que está acontecendo internamente.
Psicoterapia para adolescentes, jovens e adultos que desejam compreender melhor sua neurodivergência, suas necessidades e construir formas mais sustentáveis de viver a própria rotina.
Um acompanhamento neuroafirmativo, baseado na Gestalt-terapia e construído a partir da sua singularidade, não da expectativa de que você precise se encaixar.
Muitas pessoas chegam à terapia após anos tentando funcionar de maneiras que não consideravam suas próprias necessidades.
Um processo de psicoterapia neuroafirmativa pode ajudar quando existem experiências como:
Emoções intensas, dificuldade para se reorganizar ou compreender o que está acontecendo internamente.
Ambientes, estímulos e demandas que consomem mais energia do que as pessoas ao redor parecem perceber.
Dúvidas sobre quem você é, experiências de mascaramento, direitos e o que muda — ou não — a partir da identificação do seu funcionamento.
Dificuldade para organizar tarefas, sustentar projetos, retomar processos ou construir uma rotina possível.
A psicoterapia é construída de forma colaborativa, considerando sua história, contexto, necessidades, recursos e maneira particular de experimentar o mundo.
O objetivo não é corrigir características neurodivergentes, mas compreender o que faz sentido para você e desenvolver estratégias compatíveis com a sua realidade.
Reconhecer padrões, necessidades, limites, recursos e características da sua experiência.
Trabalhar formas possíveis de regulação emocional, organização da rotina e autosuporte.
Quando necessário, pensar também na construção e participação de uma rede de apoio mais adequada.
Retomar projetos, relações e processos respeitando seu ritmo, seus valores e sua forma de funcionar.
Uma abordagem neuroafirmativa reconhece as diferenças neurológicas como formas legítimas de existência.
Na terapia, isso significa olhar para dificuldades reais sem reduzir sua identidade a déficits ou exigir adaptações que desconsiderem seus limites.
compreender suas necessidades com mais clareza;
reconhecer limites e formas de sobrecarga;
desenvolver recursos de regulação emocional;
encontrar estratégias compatíveis com sua rotina;
fortalecer autonomia e autosuporte;
construir relações e ambientes com mais acessibilidade.
O acompanhamento respeita diferentes ritmos, formas de comunicação, identidades e modos de estar no mundo.
Psicóloga formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), especialista em Psicologia Hospitalar, com formação clínica em Gestalt-terapia e formação em Psicopatologia Gestáltica pelo Instituto Ethos.
Possui formação em Ajustamentos Neurodivergentes pelo Instituto Semear e participa de formação continuada em grupos de estudos sobre TEA, TDAH e Altas Habilidades/Superdotação. Atualmente é pós-graduanda em Avaliação e Atendimento de Adultos Autistas.
Sua trajetória profissional inclui experiência em diferentes contextos de saúde e cuidado, incluindo saúde mental, hospitais, saúde mental infantojuvenil, assistência social e emergências humanitárias. Atua também como supervisora clínica e palestrante sobre neurodivergência e suas intersecções em quadros complexos de saúde.
O atendimento com Giulia conta com:
Sua prática combina experiência profissional, vivência pessoal e pesquisa no campo da neurodivergência para construir um espaço afirmativo, acolhedor e livre de julgamentos.
Você não precisa ter um diagnóstico, estar em investigação ou desejar realizá-la para iniciar um acompanhamento psicológico.
A psicoterapia pode ser um espaço para compreender suas experiências, necessidades e formas de estar no mundo, respeitando seu momento e sua singularidade.
Você pode buscar psicoterapia simplesmente porque deseja compreender melhor suas experiências, emoções, relações ou dificuldades do cotidiano. O acompanhamento não pressupõe que seja necessário iniciar uma investigação diagnóstica.
Se você já está investigando uma possível neurodivergência, a psicoterapia pode ajudar a organizar percepções, elaborar dúvidas e compreender como suas características aparecem na sua história e na vida cotidiana.
Um diagnóstico pode despertar diferentes sentimentos e novas perguntas. O acompanhamento pode ajudar a elaborar o que essa informação significa para você, reconhecer necessidades e construir estratégias de suporte mais adequadas à sua realidade.
Você também pode fazer psicoterapia sem interesse em buscar um diagnóstico. Questões como sobrecarga, regulação emocional, identidade, relações, rotina e necessidades de suporte podem ser trabalhadas sem que um rótulo diagnóstico seja o objetivo do processo.
A atuação de Giulia contempla diferentes possibilidades de acompanhamento psicológico, sempre respeitando a singularidade, o contexto e as necessidades de cada pessoa.
Para adolescentes, jovens e adultos, com ou sem diagnóstico. O acompanhamento pode envolver neurodivergência, identidade, relações, regulação emocional, rotina, estudos, trabalho e saúde mental.
Processos de investigação podem incluir entrevistas, história de vida, instrumentos e testes psicológicos, além da articulação com outros profissionais quando necessário.
Avaliação psicodiagnóstica não é o mesmo que avaliação neuropsicológica.
Espaço para ampliar a compreensão sobre necessidades, comunicação, convivência, acessibilidade e formas de oferecer suporte.
Supervisão individual ou em grupo para profissionais que desejam aprofundar a compreensão de casos e da clínica das neurodivergências.
Um espaço coletivo de escuta, troca e elaboração de experiências, respeitando a singularidade de cada participante.
Nem toda estratégia funciona para todas as pessoas.
Por isso, o acompanhamento não parte de fórmulas prontas. A proposta é descobrir, junto com você, quais recursos realmente fazem sentido para sua vida.
Compreender emoções, necessidades, limites e padrões com mais clareza.
Construir recursos próprios para lidar com situações do cotidiano.
Buscar formas de organizar a vida que possam ser mantidas sem exigir esforço constante para parecer funcionar como os outros.
Identificar pessoas, recursos e adaptações que podem compor uma rede de apoio mais eficiente.

Muitas pessoas neurodivergentes chegam à psicoterapia depois de experiências em que sentiram que precisavam mudar características importantes de si mesmas para serem consideradas adequadas.
Por isso, falar sobre uma abordagem neuroafirmativa é também falar sobre a maneira como compreendemos diferença, sofrimento e cuidado psicológico.

Barulhos, luzes, conversas simultâneas, mudanças inesperadas, demandas sociais, excesso de tarefas.
Experiências aparentemente comuns podem representar uma quantidade significativa de estímulos para algumas pessoas neurodivergentes.
Quando diferentes demandas se acumulam, pode surgir uma sensação difícil de explicar para quem está de fora: a sobrecarga.

Receber um diagnóstico de neurodivergência pode ajudar a dar nome a experiências que estiveram presentes durante muitos anos. Mas esse processo também pode trazer novas perguntas.
A psicoterapia pode ser útil mesmo quando não existe uma crise. Ela pode ajudar você a compreender emoções, relações, desafios profissionais ou acadêmicos, momentos de mudança e aspectos da sua própria forma de funcionar.
É uma perspectiva que reconhece as neurodivergências como formas legítimas de funcionamento humano. O acompanhamento busca favorecer autonomia, acessibilidade e qualidade de vida, em vez de tentar eliminar características que fazem parte da identidade da pessoa.
Sim. A psicoterapia também pode acompanhar pessoas que têm dúvidas, estão em investigação diagnóstica ou estão começando a compreender experiências relacionadas à neurodivergência. Ter ou não um diagnóstico não é condição para iniciar um acompanhamento, e nem todo processo avaliativo chegará a um psicodiagnóstico, mas pode favorecer, sobretudo, uma compreensão do seu funcionamento.
Sim. Ter ou não um diagnóstico não é condição para ser acompanhado. Se você se identifica com meu modo de trabalho e sente que esse espaço pode fazer sentido para suas questões, podemos caminhar juntos para compreender sua história, suas experiências, necessidades e possibilidades de cuidado.
Sim. Quando houver indicação e pertinência técnica, realizo processos de investigação psicológica e avaliação psicodiagnóstica, que podem incluir entrevistas, acompanhamento da história de vida, instrumentos e testes psicológicos específicos e articulação com outros profissionais quando cabível.
O processo parte de uma perspectiva neuroafirmativa e respeita sua forma de sentir, pensar, comunicar-se e estar no mundo. A proposta não é corrigir características neurodivergentes, mas construir recursos e estratégias considerando seus limites, necessidades, valores e possibilidades.
Sim. Na clínica com pessoas neurodivergentes é comum que também estejam presentes outras experiências relacionadas à saúde mental, condições físicas ou doenças crônicas. O acompanhamento busca olhar para a pessoa de forma integral, considerando como essas diferentes experiências atravessam sua vida e suas necessidades de cuidado.
Sim. Minha atuação também considera as intersecções entre neurodivergência, doenças crônicas, dor, condições físicas complexas e saúde mental. Muitas pessoas convivem simultaneamente com diferentes experiências de saúde, e o acompanhamento busca compreender como elas atravessam a rotina, o corpo, a autonomia, as relações e a qualidade de vida.
Raça, gênero, sexualidade, classe social, deficiência, território e acesso a direitos podem atravessar profundamente a forma como uma pessoa vive suas experiências e acessa cuidado. O acompanhamento busca considerar essas diferentes dimensões, respeitando identidades e experiências, incluindo uma aproximação cuidadosa com as vivências da população LGBTQIAPN+.
As duas modalidades estão disponíveis. Giulia realiza atendimento presencial em Brasília e psicoterapia online para adolescentes, jovens e adultos.
A terapia pode ser um espaço para compreender sua própria maneira de funcionar e construir caminhos mais coerentes com aquilo de que você realmente precisa.
Sem fórmulas prontas. Sem tentar transformar diferença em defeito.
Giulia Camporez · Psicóloga · CRP 10/10946
Atendimento presencial em Brasília e online.